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O vereador Moabe Soares rompe com o prefeito Fábio Bezerra, e declara apoio a pré candidatura do ex prefeito Bibiano Azevedo

Da esquerda para a direita: Ver. Flávio, Ver. Vandré, ex prefeito Bibiano, Ver. Moabe e Ver. Livia

Hoje (25), durante a sessão da Câmara Municipal de Serra do Mel, o vereador Moabe Soares (PR) declarou para a multidão ali presente, que rompeu com o prefeito Fábio Bezerra (PMDB) e que agora faz parte do grupo de vereadores e lideranças políticas que apoiam a pré candidatura do ex prefeito Bibiano Azevedo.

Com a adesão do Ver. Moabe Soares, o grupo do então ex prefeito Bibiano cresce a cada dia, gerando assim desconforto aos demais grupos políticos.

Vale lembrar que o Vereador tem ao seu lado dois Deputados, um Federal e outro Estadual que possivelmente podem fazer a diferença em um palanque, além de ter um grande grupo político em nossa cidade.

A política de Serra do Mel é assim, cada dia uma nova surpresa.



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Emocionalismo nos cultos: presença de Deus?

   
Olá! Na postagem de hoje escreverei um pouco sobre as Emoções e Sentimentos na vida cristã. Hoje não é difícil ver que em muitas igrejas os cultos são cheios de momentos de grande emoção e "arrebatamentos" sobre as pessoas presentes. Muitos líderes incentivam isso, sempre alegando que a vida cristã é uma vida emotiva, ou então que "Davi era emotivo com Deus" ou que ""Os apóstolos agiram como bêbados, quando o Espírito desceu sobre eles.". Muitas vezes cristãos sinceros se vêem constrangidos a agir dessa maneira, para não se sentirem diferentes do grupo ou culpados diante de Deus. Mas aqui examinaremos o que o ÚNICO "tira-dúvidas" cristão, a Bíblia, diz sobre isso.


   Em primeiro lugar, veremos se essas justificativas bíblicas são válidas. Vejamos o que a Bíblia diz sobre Davi, quando a Arca chegou a Jerusalém:

   "Ao entrar a Arca da Aliança do Senhor na Cidade de Davi, Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela e, vendo ao rei Davi dançando e folgando, o desprezou em seu coração." - 1 Crônicas 15:29

   Era um momento especial. A Arca finalmente iria para a capital do reino, num lugar preparado por Davi. Se lermos os versículos anteriores veremos que Davi preparou todo um evento, um dia de festas para a volta da Arca. O objetivo daquela reunião (estavam presentes todos os israelitas) era louvar a Deus pela volta da Arca. Não vemos em outros techos da longa vida de Davi uma manifestação de alegria tamanha. Isso leva a pensar que isso foi um momento único, especial e isolado. E, apesar do que muitos dizem, Davi continuou sendo um servo leal e sincero de Deus durante TODA a sua vida, não só naquele momento. Não lemos em nenhuma parte que Deus passou a amar mais Davi por causa disso, ou que Davi passou a se aproximar mais de Deus. Pelo contrário, em 1 Crônicas 21 lemos que "Satanás se levantou contra Israel" e incitou Davi a fazer o censo. Não quero dizer que haja uma relação entre a emoção e os atos de Satanás, mas sim que elas não acrescentaram nada ao relacionamento entre Davi e Deus.

   Agora, sobre os apóstolos. Em Atos 2 lemos que o Espírito se derramou entre eles e assim eles puderam falar em várias línguas. Mas, se lermos o versículo 8 veremos que eles falavam nas "línguas maternas" dos ouvintes. Eram idiomas e dialetos: mesopotâmico, árabe, egípcio, latim, persa, grego... Depois, Pedro afirma que ali se cumpria o que foi dito por Joel: "(...) vossos filhos e filhas profetizarão, vossos jovens terão visões e sonharão vossos velhos.;". Não há nenhuma menção à desordem, ou confusão, pelo contrário, aqui estão escritos dons que proclamam a glória vindoura de Deus, que impressionam as pessoas. Ou seja, os apóstolos falaram "em línguas" num momento adequado e propício, onde esse dom poderia ser útil para o Reino de Deus: quando havia muitos estrangeiros de países diferentes ouvindo.

   Por fim, leremos um trecho bíblico que, por si só, mostra quão prejudiciais (ou no mínimo superficiais) são as reuniões realizadas sob o manto do emocionalismo. É 1 Coríntios 14. Começarei com o versículo 33:

   "Porque Deus não é de confusão, e sim de paz.(...)"

Agora o vs 26:

   "Que fazer, pois, irmãos? Quando vos reunis, um tem salmo, outro, doutrina, este traz revelação, aquele, outra língua, e ainda outro, interpretação. Seja tudo feito para edificação."

   Ainda no vs 23 Paulo diz que, se todos começarem a falar em línguas estranhas, um incrédulo pensaria que somos loucos. Também no início do capítulo ele fala sobre a importância desse dom, mas que se não houver nenhum intérprete, ele não edifica a igreja nem quem o pronuncia, pois a pessoa não compreenderá o que diz.


   Lendo todo o capítulo passamos a entender que Deus não quer que seu povo seja sisudo, com expressões infelizes, mas também ele não quer um povo que se reúne em desordem e egoísmo, pois, a manifestação desordenada dos dons pode, no máximo, edificar ao próprio cristão ou à igreja, mas nunca ajudará em nada aos incrédulos ou aos que visitam a igreja pela primeira vez. Pelo contrário, eles provavelmente se espantarão. E a missão que Deus nos deixou foi esta: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura." - Marcos 16:15. Os dons que Ele nos deu são ferramentas para facilitar o cumprimento dessa missão, e não para dificulta-la. São meios de edificar a igreja, não de desuni-la ou causando confusão, confusão esta que resulta em mal testemunho do nome de Deus.


   Por fim, concluímos, depois de examinar a Palavra, que os dons de Deus devem ser usados para edificação de todos. Também vimos que a organização dos cultos é de Deus, e vital para a igreja. Agora só falta tentar explicar POR QUÊ o emocionalismo é tão presente nos cultos, mesmo com uma passagem clara, da Bíblia (1 Coríntios 14)?


   A emoção e os sentimentos não são ruins, por si só. Eles são características humanas dadas por Deus, quando Ele nos criou, para que assim pudéssemos expressar melhor o amor, a alegria e também as tristezas. Muitas vezes eles são um meio de escape da mente. Mas as emoções e sentimentos continuam sendo, acima de tudo, humanos. E como tudo que vem de nós, está sujeito a falhas e enganos. Uma simples música pode alterar nossas emoções, um filme.... e olha que são apenas ficção. Então, penso eu, como um cristão sério, comprometido com seu crescimento e que já ouviu inúmeras vezes a passagem de Mateus 7:25 (da casa edificada sobre a rocha) pode basear a sua fé e o seu relacionamento com Deus em algo tão frágil e que muda tão rápido, como as emoções? Isso é no mínimo uma temeridade. Muitos pensam que presença do Espírito Santo é um estado emocional incomum. Deus disse que sempre estaria conosco, mas Ele NUNCA disse que sempre SE FARIA SENTIR. Ele é soberano e dessa forma Ele sabe a melhor hora de se manifestar. E conforme avançamos na vida com Ele, menos ainda Ele "aparecerá" através de emoções, mas cada vez mais na nossa fé nEle, que crescerá e frutificará, ficará latente como algo que podemos tocar! É na fé, que só vem da Palavra de Deus, que Ele sabe o nosso grau de maturidade espiritual. É na fé que sabemos o quão íntimos de Deus nós somos. Devemos parar de procurar EXPERIÊNCIAS com Deus e buscar um relacionamento. Experiências são passageiras e egoístas. Relacionamentos são duradouros e frutificam na vida de todos!

"Se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento do Senhor o que vos escrevo. E se alguém o ignorar, será ignorado. (...)Tudo, porém, seja feito com decência e ordem." - 1 Coríntios 14:37-38 e 40.

Texto retirado do blog Crucificado com Cristo 

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Profecia particular, um esclarecimento aos leigos.


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A teologia do tombo e a unção do cai-cai.

   
   Uma das principais características dos cultos neopentecostais é a chamada “unção do cai-cai.” A cantora Ana Paula Valadão, pastora da Igreja Batista da Lagoinha, protagonizou umas das típicas cenas deste movimento onde mediante o sopro de um pastor ela caiu no Espirito.

   Pois é, basta com que o pregador sopre ou atire o seu paletó contra o público, que um número incontável de pessoas caem no chão, quer desacordadas ou tomadas por aquilo que alguns denominam de unção do riso.

   A unção do cai-cai iniciou-se com o americano Randy Clark, que foi ordenado pastor em 1950. Segundo alguns relatos, ele recebeu uma profecia que afirmava que através de sua vida e ministério pessoas seriam derrubadas no Espírito. Para o pastor Clark, a unção era como dinamite, e a fé como a cápsula que explode a dinamite. Clark é autor do movimento "Catch the fire" ( agarre o fogo) que possuía uma noção estranha do signifcado do poder divino.

   Gostaria de ressaltar que na terra do Tio Sam, a unção do cai-cai virou uma febre. Pastores como Benny Hinn, Keneth Haigin também foram protagonistas na arte do tombo, disseminando sobre milhões de pessoas em toda a América um conceito eerrôneo e equivocado além é claro de anti-bíblico sobre o poder de Deus.

   No Brasil, o movimento ganhou popularidade na década de 80 através do pastor Argentino Carlos Anacôndia. Anacôndia chegou ao Brasil, através das Comunidades Evangélicas, que mediante encontros e congressos esparramados em todo país, difundiram na igreja brasileira esta prática e comportamento doutrinário. Em 1990, a unção do cai-cai se espalhou de tal forma, que os crentes em Jesus passaram a acreditar que quando caíam no Espírito experimentavam cura para suas almas e a unção do tombo representava um olhar especial de Deus para com os seus filhos.

   Em 1994 na Igreja Comunhão Divina do Aeroporto de Toronto, Canadá. Surge a bênção de Toronto, onde as pessoas movidas por uma “especial unção” cairam no chão, sem fala, rindo, chorando ou dando gargalhadas. Em pouco tempo, o templo estava lotado, vindo pessoas de todos os países e região. Em pouco tempo, as manifestações dos mais diferentes tipos de unções se fez presente no Canadá. Por exemplo, o pastor da Igreja de Vancouver, afirmou também que havia recebido uma profecia que o Espírito Santo se manifestaria imitando o som dos animais. Vale a pena ressaltar que o próprio pastor começou a urrar como leão, alegando que era o leão da tribo de Judá, uma das maneiras como Jesus é chamado na Bíblia.

   Caro leitor, a luz disto tudo resta-nos perguntar: Existe fundamento bíblico para este tipo de unção? Em que lugar no Novo Testamento, vemos Jesus ou os apóstolos ensinando sobre a necessidade de cair no Espirito? Ou ainda, quais são os pressupostos teológicos que nos dão margem para acreditar na zooteologia, onde Deus se manifesta através de grunhidos animalescos?

   Prezado amigo, vale a pena ressaltar que ao longo da história pessoas caíram prostradas diante de Deus. Jonathan Edwards nos traz relatos absolutamente impressionantes da manifestação do poder e da graça divina. John Wesley, em determinado momento da vida ao pregar o Evangelho da Salvação Eterna levou centenas de pessoas ao chão chorando e confessando os seus pecados. Agora, vamos combinar uma coisa? A quantidade de pessoas que dizem que foram derrubadas pelo Espírito de Deus e que continuam com o mesmo tipo de vida não está no Gibi. As pessoas que caem rugem como leões, latem como cães, comportam-se como animais e vivem uma vida cristã absolutamente aquém daquilo que Deus projetou.

   Prezado irmão, quando o apóstolo João, ouviu a voz do Senhor na ilha de Patmos, prostrou-se conscientemente diante de Deus confessando o Senhorio de Cristo. Isaías, quando viu o Senhor no alto e sublime trono, curvou-se no chão dizendo, SANTO, SANTO, SANTO. Agora, o que não dá pra entender é esse cai-cai que não produz mudanças, arrependimentos e conversão de pecados.

   Como já escrevi anteriormente creio veementemente que boa parte dos nossos problemas eclesiásticos se deve ao fato de termos abandonado a margem da existência as Escrituras. Não tenho a menor dúvida de que somente a Bíblia Sagrada é a suprema autoridade em matéria de vida e doutrina; só ela é o árbitro de todas as controvérsias, como também a norma para todas as decisões de fé e vida. É indispensável que entendamos que a autoridade da Escritura é superior à da Igreja, da tradição, bem como das experiências místicas adquiridas pelos crentes. Como discípulos de Jesus não nos é possível relativizarmos a Palavra Escrita de Deus, ela é lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos.

   O reformador João Calvino costumava dizer que o verdadeiro conhecimento de Deus está na bíblia, e de que ela é o escudo que nos protege do erro.

   Em tempos difíceis como o nosso, precisamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento, até porque somente assim conseguiremos discernir o verdadeiro do falso.

Pense nisso!

Autor: Pastor Renato Vargens
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Como identificar falsos mestres



   O apóstolo Paulo escreveu a Tito que pastores não devem apenas pregar fielmente, mas também “convencer os que o contradizem” (Tito 1.9). A ideia é muito simples. O ministério pastoral não é meramente de edificar, mas também de derrubar. Como Paulo disse em outro lugar, envolve derrubar toda especulação e altivez que se levante contra o conhecimento de Deus (2 Coríntios 10.5). Falhar em fazer isso é má-prática ministerial e algo perigoso para o povo de Deus.

   Dada essa obrigação, se torna imperativo ser capaz de identificar falsos mestres quando eles aparecem. Às vezes o falso ensinamento surge de fora da igreja. Às vezes, de dentro. O Novo Testamento ensina que uma reposta mais rigorosa é devida quando ele surge de dentro. Assim, pastores fiéis precisam aprender a identificar e lidar com falsos mestres. Mas como fazemos isso?

   A Bíblia sugere pelo menos seis características que normalmente identificam os falsos mestres. Nem todo falso mestre exibe todas essas características ao mesmo tempo, mas muitas vezes apresentam uma combinação de alguns desses traços.

1. Falsos mestres contradizem a sã doutrina

   Mesmo no primeiro século, durante a vida dos apóstolos, havia um corpo doutrinário autoritativo que funcionava como regra de fé e prática. Judas chama isso de “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 3). Paulo chama de “sã doutrina segundo o evangelho da glória do Deus bendito” (1 Timóteo 1.10-11). Em outro lugar, é o “padrão das sãs palavras” e de “bom depósito” (2 Timóteo 1.13-14), as “palavras da fé” e “boa doutrina” (1 Timóteo 4.6). João chama de “a doutrina de Cristo” (2 João 9).

   No primeiro século, a sã doutrina consistia no Antigo Testamento, além das palavras apostólicas que Cristo atribuiu aos apóstolos. A autoridade apostólica eventualmente era escrita, conforme os apóstolos começaram a morrer. Para nós, o padrão da sã doutrina – a fé que uma vez por todas foi entregue aos santos – é a escritura, o Antigo e o Novo Testamento. O falso ensinamento, portanto, é qualquer ensinamento que foge dessa norma. Um falso mestre é qualquer um de dentro da igreja que se oponha ao que a Bíblia ensina (1 Timóteo 6.3; 2 João 9).

2. Falsos mestres promovem imoralidade

   Judas nos mostra que falsos mestres muitas vezes se esgueiram na igreja e “transformam em libertinagem a graça de nosso Deus” (Judas 4). Libertinagem significa falta de restrição moral, especialmente na questão da conduta sexual. É uma total supressão das normas morais da escritura. É uma vida que permite comportamentos que a Bíblia condena. Pedro diz que tais mestres negam o Senhor Jesus ao perseguirem “suas práticas libertinas” (2 Pedro 2.2). Uma pessoa que não é dominada pela palavra de Deus é muitas vezes dominada por suas próprias paixões. Não há poucos charlatões que se infiltram nas igrejas com seu carisma apenas para se mostrarem aproveitadores sexuais do rebanho.

   Alguns deles tentarão justificar sua própria imoralidade sexual ou a imoralidade dos outros. Mas muitas vezes não irão enfrentar com força os assaltos às normas morais da escritura. Isso é muito óbvio. Pelo contrário, eles irão redefinir os termos da Bíblia para que não mais os acusem de suas ações perversas. Aqueles que redefinem o ensinamento bíblico a respeito de casamento e sexualidade caem nessa categoria.

3. Falsos mestres diminuem a importância do pecado e do juízo
  
   Esse é o traço dos falsos mestres que compartilham em comum com os antigos falsos profetas. Jeremias os descreve dessa forma:
porque desde o menor deles até ao maior,
cada um se dá à ganância,
e tanto o profeta como o sacerdote
usam de falsidade.
Curam superficialmente a ferida do meu povo,
dizendo: Paz, paz; quando não há paz. (Jeremias 6.13-14)
   Falsos mestres caracteristicamente diminuem o pecado. Ao invés de chamar “as falhas” de pecado, eles simplesmente dizem “não há nada para ver, prossigam”. Os falsos mestres dizem aos pecadores, a quem Deus irá julgar, que eles não são tão ruins assim e que não há necessidade de temer o julgamento de Deus. Eles separam o amor e a graça de Deus de sua santidade. Eles dizem ao povo, que deveria ter toda a razão para temer o julgamento de Deus, que eles realmente não tem nada a temer. Eles fogem do confronto que a verdade traz e dizem aos pecadores qualquer coisa que seus ouvidos queiram ouvir (2 Timóteo 4.3-4).

4. Falsos mestres são motivados por ganância e ganho egoísta
   
   Pedro diz que, em sua “avareza”, falsos mestres se aproveitam do povo de Deus com “palavras fictícias” (2 Pedro 2.3). De fato, o coração deles é “exercitado na avareza” (2 Pedro 2.14). Paulo diz que os falsos mestres supõe “que a piedade é fonte de lucro” (1 Timóteo 6.5). Pregadores que amam dinheiro e ganho material muitas vezes dirão o que for necessário para aumentar seu piso salarial. São mercenários, não seguindo o chamado de Deus, mas aquele que pagar mais. Irão abraçar qualquer novidade. Irão coçar onde quer que os pecadores desejem. Transformam o ministério em fonte de lucro porque são motivados por ganância. Tome cuidado com pastores que parecem ter apetite por ganho material. Essa é uma grande marca de um falso mestre.

5. Falsos mestres causam divisão
No último tempo, haverá escarnecedores, andando segundo as suas ímpias paixões. São estes os que promovem divisões, sensuais, que não têm o Espírito. Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo, guardai-vos no amor de Deus (Judas 18-21)
   Quem causa dissensão no meio do povo? Não aqueles que ensinam a sã doutrina. O povo de Cristo se une ao redor da verdade e se dividem por conta do erro. Falsos mestres são aqueles que levam o povo para longe do padrão da verdade divina em direção ao erro.

6. Falsos mestres enganam o rebanho

   Jesus nos diz para nos acautelarmos “dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas” (Mateus 7.15). O falso mestre nunca aparece a nós com uma placa pendurada no pescoço onde se lê “sou um falso mestre”. O falso mestre aparece disfarçado de cristianismo. Ele possui a forma da piedade mas nega seu poder (2 Timóteo 3.5). Se o falso mestre aparenta e soa como cristão, então como saberemos se ele é um falso mestre? Jesus nos diz como podemos saber: “pelos seus frutos os conhecereis” (Mateus 7.16). Em outras palavras, o que eles fazem muitas vezes diz mais sobre quem eles são do que o que dizem.

Autor: Denny Burk
Tradutor: Filipe Schulz | Reforma21.org |
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Presidente da Câmara de Serra do Mel, rompe com o prefeito e afirma que fará parte da chapa do ex prefeito Bibiano.



Na manhã dessa quinta feira (18), foi realizada a primeira sessão de 2016 na Câmara Municipal de Serra do Mel. Onde os vereadores deram inicio a mais um ano de trabalho e o Prefeito Fábio Bezerra fez a leitura de sua mensagem anual.

A casa do povo estava cheia, o que não é algo comum tendo em vista que as sessões não contam com grande participação popular.  Muitas pessoas estavam vestidas com roupas com cores dos candidatos das próximas eleições e grande parte de líderes políticos se encontraram para tal ocasião. Ex vereadores e o ex prefeito Bibiano também compareceram a sessão.

Depois da participação do prefeito na tribuna , o Vereador e atual Presidente da Câmara dos vereadores Vandré Veras, anunciou publicamente seu rompimento com o atual prefeito, assim como sua pré candidatura a vice prefeito na chapa encabeçada pelo ex prefeito Bibiano Azevedo.

Abaixo as palavras do Presidente durante a sessão:

   Quero usar meu pequeno espaço aqui, para anunciar a toda população de Serra do Mel aqui presente, meu rompimento político e administrativo com a gestão do Prefeito Fábio Bezerra, decisão está tomada ontem (17). Isso para ingressar em uma eventual pré candidatura na chapa do pré candidato Bibiano Azevedo, por acreditar que ele será o melhor para Serra do Mel e um melhor administrador.
Após esse pronunciamento, parte da população presente comemorou a decisão tomada pelo então presidente da Câmara com gritos de alegria e apoio.


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